Ana Gonzalez escreveu:
Para Silvana, as raízes misóginas que ancoram o debate público fazem com que a menstruação esteja atrelada, no imaginário popular, às noções de fragilidade e sujeira, o que impede a aceitação do tema como algo relevante. “Quando falamos sobre menstruação, não é apenas sobre o sangramento”, esclarece. “É falar sobre dignidade menstrual, sobre uma sociedade patriarcal, sobre desenvolvimento de autonomia, sobre promoção de saúde.”
Foi a partir dessas percepções e de sua experiência com a descoberta de seu corpo e seu ciclo que Silvana decidiu se tornar educadora menstrual. A partir de uma formação em Terapia Menstrual, ela expandiu seus ensinamentos e passou a trabalhar com a desconstrução de ideias equivocadas sobre o ciclo e sobre pessoas que menstruam:
“O que faz uma educadora menstrual
... Show more...Ana Gonzalez escreveu:
Para Silvana, as raízes misóginas que ancoram o debate público fazem com que a menstruação esteja atrelada, no imaginário popular, às noções de fragilidade e sujeira, o que impede a aceitação do tema como algo relevante. “Quando falamos sobre menstruação, não é apenas sobre o sangramento”, esclarece. “É falar sobre dignidade menstrual, sobre uma sociedade patriarcal, sobre desenvolvimento de autonomia, sobre promoção de saúde.”
Foi a partir dessas percepções e de sua experiência com a descoberta de seu corpo e seu ciclo que Silvana decidiu se tornar educadora menstrual. A partir de uma formação em Terapia Menstrual, ela expandiu seus ensinamentos e passou a trabalhar com a desconstrução de ideias equivocadas sobre o ciclo e sobre pessoas que menstruam:
“O que faz uma educadora menstrual é isso: desmitificar, romper barreiras, levar conhecimento sobre o corpo e o ciclo menstrual, mas também falar de uma sociedade que diminui as mulheres e precariza o acesso à saúde e às informações”
ufrgs.br/jornal/educacao-menst…
Saúde | Projetos buscam romper o tabu sobre o tema e promover o debate sobre menstruação entre públicos de diferentes gêneros e faixas etárias
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