É uma vitória gigantesca no Pará. Movimentos populares, quilombolas e servidores, liderados pelo movimento indígena arrancaram do governo compromisso de revogação da lei que acaba com o ensino presencial para indígenas e revisão do estatuto do magistério. A luta até a queda do secretário de educação, ex-MEC do Temer.
Aperta que os fdp peida!!!
Em 5 de janeiro de 2025, após 23 dias de ocupação e intensa mobilização, o governador do Pará, Helder Barbalho, assinou um Termo de Compromisso com representantes indígenas, quilombolas, ribeirinhos e trabalhadores da educação. O acordo prevê a revogação da Lei 10.820/2024, a criação de um Grupo de Trabalho para discutir o Estatuto do Magistério e garante que não haverá penalidades aos servidores que participaram das paralisações. A mobilização continua até que o compromisso seja efetivado e a lei seja oficialmente revogada.
A Lei 10.820/2024, aprovada em dezembro de 2024, altera a carreira do magistério no estado e abre caminho para a substituição do ensino presencial por educação a distância em escolas de áreas remotas, como comunidades quilombolas e terras indígenas. Os manifestantes temem que essa mudança enfraqueça a educação no campo, indígena e quilombola, e afete negativamente a qualidade do ensino nessas comunidades.
Durante as negociações, o governador Helder Barbalho reafirmou o compromisso com o diálogo e destacou que a maioria das lideranças indígenas já havia aceitado o acordo proposto pelo governo. No entanto, alguns grupos permaneceram na ocupação, exigindo a revogação total da lei e a saída do secretário de Educação, Rossieli Soares.
A ocupação da sede da Secretaria de Educação do Estado (Seduc) em Belém já dura 23 dias, e a mobilização segue firme até que todas as demandas sejam atendidas e o compromisso seja efetivado.
@austra_lopiteco@ursal_zone
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IMPLOROU, MAS NÃO DEU
Na imagem, Fábio Escobar, ex-coordenador de campanha do ruralista Ronaldo Caiado ao governo de Goiás, implora por sua vida.
Não adiantou. Ele foi assassinado em junho de 2023. Por PMs disfarçados - membros daquela que Caiado chama de "a minha polícia".
Escobar tinha denunciado formação de Caixa Dois e desvio de dinheiro público na campanha de 2018, que elegeu o ruralista governador (ele foi reeleito em 2022). Segundo a Polícia Civil, o assessor foi assassinado por isso.
Para ocultar o crime, os PMs ainda executaram sete pessoas. Uma delas, Bruna Vitória, estava grávida de sete meses.
Dez policiais foram presos. Acusados de mando, dois políticos também, mas já estão soltos. Um deles, Cacai Toledo, era presidente do DEM de Goiás. Outro, Jorge Caiado, é primo do governador.
Segundo o pai de Escobar, a mensagem da foto foi lida pelo governador, que digitou alguma coisa, mas não mandou resposta. Caiado, natural de Anápolis, não é réu do processo. Sua mulher e sua filha também não. Mas todos são mencionados no processo. O resto é para ver se a Velhinha de Taubaté acredita.
A família de Escobar pede a federalização do caso. Não confia, óbvio, nas instâncias criminais goianas.
Ronaldo Caiado, do União, é apoiador, você sabe, do Bozo. Foi candidato a presidente em 1989 e sonha ser o candidato do bozismo em 2026. É um símbolo nacional do agronegócio e de suas pautas: armamento civil, combate aos direitos humanos, apoio à grilagem.
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"Em uma coletiva de imprensa realizada na última quinta-feira (30/1), ao ser questionado sobre o “equilíbrio fiscal” de seu governo no ano de 2024, Luís Inácio (PT) afirmou que “Se não fosse a tragédia no Rio Grande do Sul teríamos feito superávit pela primeira vez em muitas décadas”, o superávit que lula se refere é quando a receita do estado ultrapassa os seus gastos.
Na mesma fala, ainda afirmou que “eu não posso é levar o povo mais humilde a um sacrifício para complementar os interesses de menos gente”. Afirmação interessante, já que todo o gasto do governo federal com a “tragédia”, leia-se, crime premeditado, foi resgatando os latifundiários e grandes empresários da ruína completa. Enquanto isso, os mais de 2 milhões de gaúchos diretamente afetados pela enchente foram completamente abandonados pelo velho estado, muitos não recebendo um centavo para reconstruir suas vidas construídas por décadas e até mesmo gerações inteiras. Os prometidos “auxílios” do governo chegaram para uma ínfima minoria de gaúchos, de 2 milhões de afetados, apenas 2 mil são contemplados para o programa de “compra assistida” de novas moradias.
Durante a enchente, o governo federal, ao invés de auxiliar o povo, ameaçou realizar intervenção militar no estado, na prática fazendo-a por meio do “ministro extraordinário” Paulo Pimenta, que veio ao Rio Grande do Sul acompanhado de mais de 3 mil policiais militares e federais. Relatos de barbáries cometidas contra o povo pelas forças policiais foram denunciadas pelo AND na época. Enquanto o exército limitou-se a passear pelos bairros alagados enquanto o povo realizava os trabalhos de salvamento e organização de abrigos. Ao mesmo tempo, o monopólio de imprensa foi cotidianamente rechaçado pelas massas por sua cobertura completamente desligada do povo."
Lula, vai tomar no cu, com todo respeito.
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Pedi ao deepseek para avaliar a seguinte notícia sob o olhar do direito internacional
cnnbrasil.com.br/internacional…
Segue a resposta que é um bom resumo.:
O plano descrito na notícia viola vários princípios do direito internacional e tem implicações significativas, especialmente no contexto do conflito israelense-palestino e dos direitos humanos. Abaixo, destaco as principais consequências jurídicas internacionais:
1. Violação do direito à autodeterminação dos palestinos
- Direito internacional: A autodeterminação dos povos é um princípio fundamental da Carta da ONU (Artigo 1º) e do Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos (1966).
- Consequência: A proposta de "realocar palestinos" para outros países e substituir a população local por "pessoas do mundo" nega o direito do povo palestino de decidir seu futuro político e controlar seu território. Isso configura uma violação grave, especialmente considerando que Gaza é parte do Estado da Palestina, reconhecido por mais de 130 países.
2. Proibição de transferência forçada de população
- Direito internacional: O Artigo 49 da Quarta Convenção de Genebra (1949) proíbe a deportação ou transferência forçada de populações sob ocupação. A Corte Internacional de Justiça (CIJ) também já condenou políticas de deslocamento forçado em pareceres sobre o Muro israelense (2004).
- Consequência: A realocação de palestinos proposta por Trump, sem seu consentimento livre e informado, seria considerada transferência forçada, crime de guerra sob o Estatuto de Roma (Artigo 8º). A ONU já classifica Gaza como território ocupado, tornando qualquer deslocamento em massa ilegal.
3. Ocupação ilegal e soberania territorial
- Direito internacional: A ocupação militar de um território não confere direitos de soberania ao ocupante (Resolução 242 da ONU). A anexação de territórios por força é proibida pela Carta da ONU (Artigo 2º).
- Consequência: A ideia de os EUA "assumirem o controle" e "possuírem" Gaza configura uma ocupação ilegal se realizada sem mandato da ONU ou acordo internacional. Além disso, a proposta de Trump de reconstruir Gaza como "Riviera do Oriente Médio" para "pessoas do mundo" poderia ser interpretada como uma tentativa de apropriação colonialista, violando o direito à integridade territorial.
4. Direito de retorno dos refugiados palestinos
- Direito internacional: A Resolução 194 da Assembleia Geral da ONU (1948) garante o direito de retorno dos refugiados palestinos às suas terras. Esse direito é reafirmado em múltiplas resoluções, incluindo a Resolução 3236 (1974).
- Consequência: A proposta de Trump de substituir Gaza por um "bom pedaço de terra" em outro local ignora esse direito e reforçaria a despossessão histórica dos palestinos, agravando a crise de refugiados (já são 5,9 milhões de refugiados registrados).
5. Legitimação da ocupação israelense e violação do direito humanitário
- Contexto: A posição de Trump de não se opor à anexação da Cisjordânia ("ainda não tomamos uma posição") e seu histórico de reconhecer a soberania israelense sobre Jerusalém e as Colinas de Golã sugerem uma política de normalização da ocupação.
- Direito internacional: A ocupação prolongada de territórios palestinos por Israel já foi condenada pela ONU e pela CIJ. Apoiar a expansão de assentamentos ou a anexação viola o Artigo 49 da Quarta Convenção de Genebra.
- Consequência: O plano de Trump poderia incentivar violações sistemáticas do direito humanitário por Israel, especialmente se os EUA assumirem um papel ativo na gestão de Gaza sem resolver o status final do território.
6. Reações internacionais e riscos de instabilidade
- Resistência palestina: Como destacado na notícia, palestinos em Gaza e na Cisjordânia rejeitam veementemente o plano. O Hamas o chamou de "receita para o caos", e a comunidade internacional provavelmente o condenaria.
- Posição da ONU: A Assembleia Geral e o Conselho de Segurança da ONU provavelmente emitiriam resoluções contra a proposta, já que contraria décadas de consenso sobre a solução de dois Estados.
- Impacto regional: Países árabes (como Jordânia e Egito) rejeitariam a realocação de palestinos para seus territórios, temendo crises sociais e políticas.
7. Precedentes perigosos
A proposta de Trump cria um precedente perigoso ao substituir direitos políticos por projetos de engenharia demográfica. Se implementada, poderia:
- Incentivar outros países a deslocar populações sob ocupação (ex.: Ucrânia, Saara Ocidental);
- Enfraquecer o sistema multilateral baseado no direito internacional;
- Legitimar a ideia de que territórios devastados por guerras podem ser "apropriados" por potências externas.
Conclusão
O plano viola direitos humanos fundamentais, normas humanitárias e princípios de soberania territorial. Sua implementação enfrentaria obstáculos jurídicos e políticos intransponíveis, além de aprofundar a crise humanitária em Gaza. Para ser legítimo, qualquer solução para o território deve envolver o consentimento dos palestinos, o fim da ocupação israelense e o respeito ao direito internacional.
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Para o #QuartaCapa de hoje, sobre livros acadêmicos, vou deixar um livro que foi essencial para minha tese de conclusão de curso:
Sub-humanos: o capitalismo e a metamorfose da escravidão. de Tiago Muniz Cavalcanti.
Vou deixar a sinopse, um debate de lançamento do livro com o autor.
youtube.com/watch?v=rvdkH-P3IW…
E este podcast pra que possam conhecer essa obra sensacional
open.spotify.com/episode/1E1Q8…
Sinopse: "Escravidão, servidão e outras formas de trabalho compulsório são parte da história de sociedades antigas e pré-modernas. Mas como explicar a permanência desse tipo de opressão e violência na contemporaneidade? Nesta obra, o procurador do trabalho Tiago Cavalcanti faz uma impactante reflexão sobre as várias faces da exploração do trabalho em diferentes conformações sociais, com destaque para a sociedade capitalista atual. Indo além da análise jurídica, o livro propõe um olhar crítico à trajetória histórica do trabalho humano e busca alternativas que possibilitem uma vida digna e realmente livre para todos.
Na primeira das três seções que compõem a obra, Cavalcanti examina a ausência de liberdade e a negação da humanidade nas sociedades pré-capitalistas. A segunda seção se dedica à análise da exploração do trabalho nas sociedades contemporâneas. Aqui, o autor empreende uma classificação da classe trabalhadora em duas categorias, os semilivres e os sub-humanos, de acordo com os níveis de liberdade e humanidade presentes nas relações de trabalho atuais, investigando as metamorfoses que conferiram um novo feitio social às escravidões de outrora.
Na terceira seção, a reflexão aponta para o futuro. Sem a pretensão de propor soluções fechadas e milagrosas, a obra abre uma janela para a criação de um amanhã de liberdade e humanidade e a garantia de uma existência digna para a toda a comunidade global."
O livro é a tese de doutorado de
Tiago Muniz Cavalcanti em direito pela Universidade Federal de Pernambuco. O autor tem período de pesquisa no Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, e mestre em direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. É membro da Academia Pernambucana de Direito do Trabalho e especialista em direito e processo do trabalho. É procurador do Ministério Público do Trabalho e foi chefe da Coordenadoria Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo (Conaete-MPT).
@austra_lopiteco
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ꙮ antropocêntrica matéria and Girassol Amarelo 🌻 reshared this.
Claro, aqui está uma descrição de texto alternativo para a imagem:
A capa do livro "Sub-humanos: o capitalismo e a metamorfose da escravidão", de Tiago Muniz Cavalcanti, apresenta três retratos em tons azuis de homens afro-descendentes do século XIX, em trajes diversos, dispostos lado a lado. Abaixo deles, em um tom vermelho vibrante, duas pessoas estão sentadas em um banco, enroladas em mochilas volumosas, sugerindo vulnerabilidade e pobreza. O título do livro, "Sub-humanos", destaca-se em amarelo, sobrepondo-se às imagens.
Fornecido por @altbot, gerado usando Gemini
em 20 parágrafos do tamanho de um tweet
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"CHOCANTE E ILEGAL
1) Houve um clamor contra as atividades chocantes e ilegais da CIA no exterior na segunda metade da década de 1970. As comissões de investigação dos Estados Unidos balançaram os dedos em sinal de desaprovação, e foi prometida uma reforma geral.
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2) Mas, em vez de interromper as operações secretas, os EUA realizaram uma série de reuniões no início da década de 1980 que concluíram que deveriam continuar com um nome mais bonito. Assim, o National Endowment for Democracy nasceu em 18 de novembro de 1983, em Washington DC.
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3) O público norte-americano e o mundo em geral foram informados de que o NED foi criado para "apoiar instituições democráticas em todo o mundo por meio de esforços privados e não governamentais". Isso era enganoso: a organização era e é financiada pelo governo dos EUA.
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PRIMEIRA PARADA, MANILA
4) Um dos primeiros alvos da NED foram as Filipinas. Quando os grupos socialistas estavam se tornando populares e problemáticos em meados da década de 1980, a NED usou técnicas clássicas da CIA para direcionar fundos para organizações privadas e para a mídia a fim de alterar artificialmente os resultados políticos.
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5) Na época, os jornalistas tinham permissão para publicar que a NED era um esquema da CIA. A famosa citação de Allen Weinstein ("Muito do que fazemos hoje foi feito secretamente há 25 anos pela CIA") na verdade veio de uma entrevista de 1991, após cerca de oito anos de operações de interferência política do NED.
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6) A NED ficou maior e mais ativa. O historiador da inteligência William Blum relatou: "A NED manipulou com sucesso as eleições na Nicarágua em 1990 e na Mongólia em 1996 e ajudou a derrubar governos democraticamente eleitos na Bulgária em 1990 e na Albânia em 1991 e 1992".
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7) A ilegalidade no estilo da CIA era muitas vezes chocante. Por exemplo, a NED entregou US$ 250.000 a um grupo anti-Castro de Miami que, por sua vez, financiou um terrorista cubano chamado Luis Posada Carriles, que estava envolvido em grupos que bombardearam hotéis em Havana e explodiram um avião.
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O LONGO JOGO NA CHINA
8.) Em 1994, a NED começou a criar e/ou financiar organizações "pró-democracia" em Hong Kong, com o objetivo de envenenar as mentes da população local contra a China continental, que retomaria a soberania sobre a cidade apenas três anos depois.
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9) Também em 1994, a NED decidiu usar outro antigo grupo de fachada da CIA, o American Institute for Free Labor Development. Essa era uma unidade que soava bem e que poderia ser usada para subverter sindicatos genuínos.
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10) A NED começou a enviar grandes somas de dinheiro regularmente para um novo grupo, a Confederação de Sindicatos de Hong Kong. Mas a cidade já tinha uma Federação de Sindicatos. A mídia foi informada de que a antiga organização sindical era "política" e deveria ser rotulada como "pró-Pequim".
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11) Mas o oposto era verdadeiro. O antigo grupo sindical concentrava-se nos direitos dos trabalhadores e na negociação coletiva, enquanto o grupo aliado dos EUA, de acordo com a documentação do NED, era financiado para atuar como "um ponto de encontro para o movimento pró-democracia".
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ENTRE NOS UIGURES
12) A NED trabalhou em nível mundial. "No Haiti, no final da década de 1990, a NED estava ocupada trabalhando em nome de grupos de direita que estavam unidos em sua oposição ao ex-presidente Jean-Bertrand Aristide e sua ideologia progressista", escreveu William Blum.
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13) Desde pelo menos 2004, a NED iniciou um programa de entrega de milhões de dólares a insurgentes uigures, apesar de eles serem classificados como terroristas. Esses uigures cometeram uma série de ataques terroristas violentos na China entre 2009 e 2014, que mataram aleatoriamente dezenas de pessoas inocentes.
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14) Quando a China agiu contra os terroristas para treiná-los novamente para que se integrassem à sociedade, os "grupos de direitos uigures" financiados pela NED (na verdade, sediados em Washington DC ou em qualquer outro lugar no Ocidente) acusaram os chineses de construir "campos de concentração" para "milhões" de inocentes.
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15) As operações de interferência política da NED continuaram em todo o mundo. A partir de 2013, a NED e a USAID forneceram dezenas de milhões de dólares à oposição na Bolívia para tentar instalar um líder fantoche favorável aos EUA.
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LANÇAMENTO DA OPERAÇÃO DE HONG KONG
16) Em 2018, Hong Kong obedeceu a uma recomendação do G-7 para introduzir uma emenda de extradição. Os agentes dos EUA usaram esse fato como seu "ponto de inflamação" oficial para lançar uma campanha de desinformação para pintar isso como uma iniciativa de Pequim para capturar dissidentes para serem "desaparecidos" pela fronteira.
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17) O resultado foi uma insurgência violenta em Hong Kong que durou mais de cinco meses em 2019, com danos de bilhões de dólares a prédios do governo, à rede de transporte público e a universidades.
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APAGÃO DE NOTÍCIAS
18) A NED realizou uma operação de interferência política maciça na Moldávia em 2024, que foi divulgada na mídia como "intromissão russa". Exatamente a mesma coisa aconteceu na Geórgia e na Romênia - e foi igualmente mal caracterizada.
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19) Bizarramente, a grande mídia ocidental agora mantém um apagão quase completo de notícias sobre as operações do NED em todo o mundo, e quase todos os históricos de financiamento no site do NED foram removidos do acesso público.
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20) O fechamento do site da USAID em janeiro de 2025 deu às pessoas em todo o mundo a esperança de que os EUA poderiam parar com as operações de interferência política no exterior. Mas alguns de nós observam que foi exatamente isso que eles disseram no final da década de 1970, quando essa história começou.
via Nury Vittachi
@austra_lopiteco
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Claro, aqui está uma descrição de texto alternativo para a imagem:
A capa de um livro intitulada "Uma Breve História Chocante do N.E.D.", apresentada em 20 parágrafos com o tamanho de um tweet. A capa mostra duas silhuetas de homens usando chapéus, voltadas uma para a outra, sobrepostas a uma imagem de um globo terrestre conectado por uma rede de linhas. O design sugere um tema de mistério ou espionagem, com foco em um evento global ou organização ("N.E.D.").
Fornecido por @altbot, gerado usando Gemini
Dessa vez não precisamos esperar 70 anos pra aceita de documentos da CIA pra saber o que todos sabíamos, Maidan foi golpe arquitetado pela CIA e o quanto custou.
"A CIA NÃO PROMOVE DEMOCRACIA"
Nomeado para a Saúde, Robert Kennedy Jr revelou em entrevista ao jornalista Tucker Carlson que o governo atual da Ucrânia é fruto de um golpe de Estado organizado pela CIA para derrubar um governo legítimo. Toda a história do Maidan de 2014 teria sido uma enorme farsa sangrenta.
"Em 2014, houve protestos na Ucrânia chamados de Revolução Maidan, e não nos foi dito que estávamos financiando esses protestos. Os jornais nunca nos contaram. Nosso governo nunca nos contou. A USAID, que é uma fachada da CIA, investiu US$ 5 bilhões no financiamento desses protestos.
Esses protestos levaram a um golpe de Estado contra o primeiro governo democraticamente eleito da Ucrânia. Era um governo que se recusava a escolher um lado e a declarar que estaria ao lado do Ocidente. Então, queríamos que ele fosse removido.
Um mês antes de esse governo ser derrubado, Victoria Nuland, que é uma das figuras centrais da ideologia neoconservadora e agora ocupa um alto cargo no Departamento de Estado, teve uma conversa secreta com o embaixador dos EUA na Ucrânia.
Essa conversa foi gravada e se tornou pública. Qualquer pessoa pode encontrá-la e ouvi-la. Nela, Victoria Nuland escolhe o novo gabinete da Ucrânia, um gabinete pró-Ocidente.
Ou seja, estavam escolhendo o novo governo um mês antes de o antigo ser derrubado. Isso é democracia? Quando Victoria Nuland escolhe o governo?
O ponto é que a USAID e a CIA não promovem a democracia. A CIA derrubou, segundo registros, 83 governos entre 1947 e 1997. Isso equivale a um terço dos governos do mundo, e a maioria deles era democrática.
A CIA não promove a democracia."
via Daniel Spirin Reynolds
Zelensky é o presidente Kleenex, o império enrolou, usou, sujou de merda e agora joga fora na Oliveira da história....
"DESVIOS SEM FIM: O ESCÂNDALO DOS BILHÕES DESAPARECIDOS
Em meio a tensões geopolíticas, o ucraniano Volodymyr Zelensky foi confrontado por autoridades de Washington sobre o desaparecimento de mais de 100 bilhões de dólares em ajuda militar enviada pelos Estados Unidos à Ucrânia. Zelensky afirmou, de forma surpreendente, que desconhece o paradeiro desse montante, alegando que apenas 75 bilhões de dólares foram efetivamente repassados a Kiev. Diante das suspeitas, o governo estadunidense decidiu suspender toda a assistência financeira até que uma investigação detalhada esclareça para onde foi destinado o dinheiro.
Enquanto isso, surgem relatos de que o presidente Donald Trump teria proposto manter o apoio militar à Ucrânia, mas sob uma condição polêmica: a entrega de minerais raros como contrapartida. A proposta, ainda não confirmada oficialmente, escancara os debates sobre os interesses estratégicos por trás da ajuda internacional.
O escândalo, no entanto, vai além. Quando somados os repasses da União Europeia, o valor desviado ultrapassa a marca de 400 bilhões de dólares. Esse dinheiro, proveniente dos contribuintes dos EUA e europeus, teria sido desviado para contas secretas, bolsos de políticos ucranianos e empresários estadunidenses, em um esquema que envolve múltiplos países e atores.
Um dos maiores temores da administração Biden era justamente a possibilidade de um governo Trump realizar uma auditoria minuciosa dos gastos na Ucrânia. Para os democratas, a perda das eleições poderia significar a exposição de um esquema de corrupção em larga escala, com impactos políticos e diplomáticos incalculáveis.
Agora, a grande incógnita é se os novos atores envolvidos nesse jogo de poder estarão dispostos a perdoar – ou silenciar – aqueles que já se beneficiaram do esquema. Enquanto isso, os contribuintes continuam a pagar a conta de um dos maiores escândalos de desvio de recursos da história recente."
via Daniel Spirin Reynolds
Claro, aqui está uma descrição de texto alternativo para a imagem:
Uma submetralhadora escura repousa sobre uma pilha de notas de dólar americano. A arma está no centro da imagem, com as notas espalhadas ao redor. A cena sugere temas de crime, corrupção ou violência relacionada ao dinheiro.
Fornecido por @altbot, gerado usando Gemini
Obrigado..... Trump?
Galera vai espernear, mas sempre foi um "grupo de criminosos"
via Daniel Aspirin Reynaldo
EUA FECHA USAID E A CLASSIFICA COMO “GRUPO DE CRIMINOSOS"
O governo dos Estados Unidos anunciou a decisão de fechar a USAID (Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional) definitivamente, classificando a agência como um “grupo de criminosos”. A USAID, que deveria supervisionar programas humanitários e de desenvolvimento no exterior, é conhecida pela esquerda combativa como um grupo que de atua na desestabilização de países e governos ao redor do mundo.
Historicamente, a agência teve papel decisivo em eventos como o Maidan na Ucrânia, onde grupos neonazistas tomaram o poder em 2014. Entre 1995 e 2002, os EUA investiram mais de US$ 23 milhões, em média, apenas na assistência à mídia de oposição para derrubar Slobodan Milosevic, totalizando mais de US$ 100 milhões em esforços para sua deposição, com forte envolvimento do investidor George Soros.
Além disso, a USAID tem um “braço” formado por ONGs que atuam ativamente no apoio a certos grupos opositores em diversos países. Enquanto na Espanha esse apoio é feito através do ministério do exterior, nos EUA, organizações como o National Endowment for Democracy (NED), a Freedom House e o International Republican Institute, ligados ao partido republicano, recebem substanciais financiamentos da USAID. Essa agência, por sua vez, já capitaneou movimentos golpistas na América Latina desde os anos 60, incluindo no Brasil.
Na Bolívia, documentos obtidos pelo jornalista Jeremy Bigwood revelaram que a USAID manteve um “Escritório para Iniciativas de Transição”, que investiu US$ 97 milhões em projetos de “descentralização” e “autonomias regionais” desde 2002, fortalecendo governos estaduais opositores ao então presidente Evo Morales. Um PowerPoint vazado pelo WikiLeaks mostrou que a USAID colaborava com o IRI e a Freedom House, que também recebem vultuosos financiamentos da agência.
Recentemente, foram divulgados os fundos históricos da USAID destinados à subversão em Cuba, totalizando 197.270.000 dólares entre 2001 e 2008, conforme reportado por Tracey Eaton em seu blog "Along the Malecon". Um texto assinado por Bolívia, Cuba, Equador, Dominica, Nicarágua e Venezuela denunciou as ações de “ingerência aberta” da USAID, que financia grupos e projetos voltados para desestabilizar governos legítimos que não se alinham aos interesses de Washington.
Evo Morales, em um ato público no Dia Internacional dos Trabalhadores, anunciou a expulsão da USAID da Bolívia, alegando que a agência conspirava contra seu governo. O mandatário boliviano justificou a decisão como uma questão de soberania e segurança do Estado, ressaltando as experiências negativas que a USAID teve em outros países da região, onde houve clara intervenção e desestabilização.
Em que pesem todas as más intenções do atual presidente dos EUA, fato é que a decisão de fechar de uma vez por todas essa obscura agência só poderá beneficiar os povos de todos os países.
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Aqui está uma descrição de texto alternativo para a imagem:
A imagem mostra uma colagem de fotos e artigos de jornal, aparentemente relacionados a protestos estudantis e uma reforma universitária. Há fotos em preto e branco de um grande grupo de estudantes protestando nas ruas, com cartazes e faixas visíveis. Em algumas imagens, os manifestantes parecem estar marchando. Há também imagens de jornais com manchetes sobre a reforma universitária e o envolvimento do MEC-USAID, com uma manchete em destaque que diz "Reforma universitária começa hoje". Um cartaz escrito à mão diz "Fora MEC-USAID". A coloração geral da imagem é amarelada, sugerindo que as imagens são antigas.
Fornecido por @altbot, gerado usando Gemini
Por uma esquerda com coerência.
Via Glauber Braga
"É textão porque é necessário. Lamento profundamente a decisão da maioria do PSOL que resolveu apoiar e votar a favor do candidato de Cláudio Castro e sua chapa pra presidir mais uma vez a assembleia legislativa do estado do Rio. Admiro a trajetória da bancada do partido na Alerj e exatamente por isso me sinto na obrigação de apresentar essa profunda divergência. O tal Bacellar é braço direito do governador que envergonha o nosso estado e massacra a vida das pessoas. Os dois estão pendurados nos tribunais por conta da fraude que foi a última eleição do Rio quando utilizaram a máquina pra comprar as eleições pro governo estadual. Até hoje sofremos as consequências da terrível privatização da CEDAE. O presidente da assembléia é apresentado como o possível candidato de continuidade do atual governador. O papel da esquerda em uma assembleia como essa é seguir denunciando essa estrutura apodrecida e se mobilizando com o povo. O PSOL sempre exerceu esse importante papel. Qual motivo pra apoiar essa chapa? Presidência de comissões? Proteção institucional contra ataques? Mas quem nos atacam não são exatamente boa parte desses deputados que estão nessa chapa? Lamento, mas não posso ficar calado. Alguém pode dizer: “Ah, mas isso tem que se definir internamente.” Uma questão grave como essa tem que ser discutida publicamente. Precisamos ampliar a politização e envolver as pessoas nessa discussão. Cumprimento o Fortalecer (que representou o Campo Socialista, a APS também estava presente e se se manifestou pelo Não), a Resistência e a Insurgencia pelo voto contrário a esse erro que foi cometido pela maioria do partido. Aos companheiros que fiquem aborrecidos com a expressão da minha indignação eu lamento mas não poderei me desculpar. Votar nessa chapa é um erro grave que a história já fez questão de demonstrar."
Rainha Das 6 Da Tarde reshared this.
O Panamá está desistindo da Iniciativa Cinturão e Rota, anunciou o líder do país após reunião com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio.
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O pequeno país não participará mais do maior projeto de comércio global da história do mundo.
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Em conversas a portas fechadas, Rubio supostamente recuou das ameaças de invasão feitas pelo presidente Donald Trump - e foi recompensado com um pequeno prêmio.
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O acordo com a BRI, assinado em 2017, não será renovado, disse o líder do Panamá, José Raul Mulino, e eles podem tentar se retirar do acordo mais cedo.
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FRACASSO EM VÁRIOS NÍVEIS
Embora o Departamento de Estado esteja apresentando isso como uma vitória, é claramente um fracasso em vários níveis.
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Rubio recebeu a tarefa de assumir o controle do canal do Panamá para os EUA. Ele fracassou.
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Ele foi encarregado de remover as empresas "chinesas" que administram dois dos portos. Ele fracassou.
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Ele acha que forçar o Panamá a se retirar da BRI é um sucesso - mas, na realidade, isso confirma o pior do que o mundo já pensa sobre os EUA, que é o fato de ser um valentão perigoso da política externa, disposto a prejudicar ativamente outras nações, inclusive amigos e vizinhos.
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MAIOR CONTRIBUINTE
A iniciativa do Cinturão e Rota, lançada pela China em 2013, tem sido a maior contribuinte para ajudar a elevar os países mais pobres em direção às metas de desenvolvimento sustentável das Nações Unidas para 2030, disseram autoridades da ONU no ano passado.
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As alegações dos falcões norte-americanos de que se trata de um sistema de "armadilha de dívidas" foram repetidamente desmentidas por economistas de todo o mundo, mas continuam a ser publicadas pela grande mídia, incluindo a PBS dos EUA em um relatório de hoje.
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A ironia é que a empresa por trás dos portos do Panamá não é da China continental.
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O grupo Hutchison, controlador da Hong Kong International Terminals, foi fundado na Hong Kong britânica. A holding da operadora portuária global é parcialmente listada no mercado de ações de Cingapura, com ações detidas por investidores de todo o mundo, inclusive dos EUA.
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Mas esses são fatos simples e incontestáveis. Eles não interessam ao governo e à mídia dos EUA, muito à deriva, perdidos em seu próprio mundo pós-verdade.
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Traduzido com o #DeepL
@austra_lopiteco
Na tarde da última sexta-feira, 31, Alexandre Padilha deu uma longa entrevista a jornalistas da GloboNews. Tentando falar a língua das massas, o ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais deve ter batido o recorde mundial de metáforas futebolísticas em 20 minutos de conversa.
Reforma ministerial?
“Nós estamos naquele momento igual a um time de futebol quando terminou um primeiro tempo difícil. É aquele momento que o time vai para o vestiário e o técnico está com os titulares, reservas, puxando o pessoal da base, olhando a janela de transferência”.
E a entrevista de Arthur Lira publicada no jornal O Globo, dando pitacos na reforma ministerial?
“A torcida e os comentaristas têm comentários e avaliações. Todos os comentários são válidos, mas o técnico é muito experiente e é quem vai definir como o time volta para o segundo tempo”.
E o papel dele, Padilha, no governo?
“Eu sou ali da defesa, que limpa a jogada e manda para os atacantes fazerem os gols”.
Os ministros devem estar comprometidos com a reeleição de Lula em 2026?
“É fundamental que todos no time estejam defendendo e atacando até o final do segundo tempo”.
E Gilberto Kassab dizendo que não será fácil para Lula em 2026?
“Poxa, estão querendo discutir se o Corinthians é favorito ou não no campeonato de 2026?”.
Tem ministro que briga com todo mundo dentro do governo?
“Toda seleção campeã tem seus Pelés, seus Dungas, seus Romários. Toda seleção campeã é formada por jogadores com características diferentes que contribuem fortemente para a vitória”.
Porque a popularidade de Lula está em baixa? Aqui, pausa para uma metáfora cinéfila:
“Pesquisa é fotografia que não atrapalha o filme. No filme você tem momentos de maior tensão, menor tensão. Tem momentos ali em que o mocinho está numa situação mais difícil. Outro dia está numa situação melhor”.
E as cobranças do próprio presidente Lula aos ministros por mais entregas à população?
“Nesse momento ele está ali no vestiário analisando tudo para ver como o time pode jogar melhor no segundo tempo”.
Gleise Hoffman será ministra?
“É como eu falei: ele chamou todo o time para o vestiário. Está olhando a base, os reservas, está olhando se pode contratar”.
E as críticas ao ministro da Casa Civil, Rui Costa?
“O Rui Costa é o Dunga, como eu sou o Marcio Santos. Defende, mas de vez em quando faz gol, sabe fazer um lançamento”.
Discorda das críticas a Rui Costa?
“Seleção que só tem atacante não dá certo”.
No dia seguinte, sábado, 1º de fevereiro, Alexandre Padilha e outros ministros e parlamentares governistas apareceram no Congresso Nacional, para a eleição dos presidentes da Câmara e do Senado, usando um boné anti-Trump, anti-Tarcísio, azul, com os dizeres: “O Brasil é dos brasileiros”.
Com o boné na cabeça e um adesivo de Hugo Motta colado no paletó, Padilha disse que a jogada do boné foi ideia dele, a partir da sugestão de um cidadão, e explicou o motivo de o boné ser azul, já que o amarelo é o golpismo e o vermelho, na guerra dos bonés, é a cor do inimigo: “eu sou corintiano e não boto verde nunca!”.
Sobrou, numa coincidência, a cor do Partido Democrata dos Estados Unidos da América.
A ideia do boné foi de Padilha, mas a frase “O Brasil é dos brasileiros” é da lavra do novo chefe da Secom, o marqueteiro Sidônio Verdão, digo, Palmeiras, ou melhor, Palmeira.
Nas redes sociais, apoiadores do governo mais triunfalistas vêm afirmando que “um simples boné conseguiu colapsar a direita brasileira”. Outros, mais pessimistas da razão, entendem que a frase de Sidônio especula com a xenofobia, em vez de confrontar à vera o falso patriotismo dos brasileiros que usam o acessório da indumentária MAGA que serviu de “inspiração” para o boné do “lado de cá”.
Não é o caso de problematizar o boné de Padilha/Palmeira como o bacharel Conrado Seabra problematizou o chapéu feioso que usava para cima e para baixo, para agonia da sua esposa Mariana, no conto “Capítulo dos chapéus”, de Machado de Assis:
“A escolha do chapéu não é uma ação indiferente; é regida por um princípio metafísico: o chapéu é a integração do homem, um prolongamento da cabeça, um complemento decretado ab eterno; ninguém o pode trocar sem mutilação. É uma questão profunda que ainda não ocorreu a ninguém”.
Mas é um novo capítulo da discussão sobre a pertinência e a eficácia de o campo popular e democrático tentar imitar a extrema-direita, suas jogadas, a título de partir para cima dela (ou, talvez seja mais apropriado dizer, ao invés de partir para cima dela).
É um novo capítulo da discussão sobre o “lado de cá” copiar a extrema-direita, seus símbolos de diálogo com as massas, ainda que trocando o sinal, sem risco de trazer de contrabando, mutilando-se, os piores pensamentos que podem existir numa cabeça, sob um chapéu.
Neste mês, no dia 26 de fevereiro, completam-se 30 anos de uma célebre entrevista de Eduardo Galeano à Folha de S.Paulo sobre uma paixão do saudoso uruguaio, além daquela de indicar com precisão, sem vacilação, os traços do rosto do inimigo dos suis do mundo. Uma entrevista sobre futebol. Na entrevista, quando perguntado se torcia por algum clube no Brasil e sobre qual era seu clube do coração no Uruguai, Galeano respondeu:
“Anos atrás, eu torcia pelo Nacional de Montevidéu. Era fanático. Tenho até um problema nos dentes por causa de briga de torcida. Mas agora sou um mendigo do bom futebol”.
Como assim?
“Vou com o chapéu na mão, implorando: ‘me dá uma boa jogada pelo amor de Deus!’”.
Hugo Albuquerque no Come Ananás.
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Olá a todos.
Sou comuna brazuca e testando o Friendica. Baixei o Racoon que parecia ter a interface mais bonitinha.
Qual melhor app pra Friendica?
Tusk, Racoon, ou outro?
Quais instâncias brasileiras tem?
Valeu Fediversers!
Altbot
in reply to Austra lo Piteco • • •Aqui está uma descrição de texto alternativo para a imagem:
A imagem mostra um protesto indígena no Pará. Uma jovem indígena, com o rosto pintado e usando uma camisa vermelha, está em primeiro plano, aparentemente em meio a uma multidão de outros indígenas, muitos deles usando adornos tradicionais de penas. Há uma faixa sobreposta à imagem que diz "Pressão Social" e informa que após 23 dias de ocupação indígena, o governador do Pará assinou um termo de compromisso para revogar a Lei 10.820. A atmosfera da foto sugere um momento de tensão e reivindicação.
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